e são as palavras que te atiram para o fundo de algo por vir
sem malha nem rede a cobrir-te. apenas palavras, versos ou efeitos riscados pelo paladar do caiado vento ao tocar em ti
a prosa de nada de serve quando não se sabe ler ou escutar as vozes incautas que afectam as cores do mundo e o sorriso dos cães com
cio
ontem ou antes vi-nos de mão dada a visitar uma estrela. quero ser contigo e contigo tudo ser sem intervalos.
quero o tudo contigo ate ao fim de tudo. depois de tudo ficamos nós.
dizia o manel* que somos nós o fim que existe em nós. dá-nos poder, sabes. pensar isso, senti-lo, sobretudo. perceber que marcamos a diferença mesmo que permaneçamos em silêncio. e por falar nisso (afinal, o silêncio é falável, dizível, entendível, intelegível), não digas nada. dizer por dizer, senta-te antes aqui e nota
a estrela a ganhar dimensão e fecha os olhos. ficas tu e o teu fim.
eu vou ficando também,
enquanto me deixares.
(*manel cruz)















Comments
a ver se repetimos a façanha.
* e obrigado pela força
pedro
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jack.pidwell
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m.
E eu de te saber aqui.
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m.
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Taste the sunset's last breath...as you glimpse the broken sky.
Beijo, Maria *
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"A ausência só é efectiva quando a presença nos é, ou foi, indiferente" --> Ajota
e tenho coisas novas para te contar. *
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And true love waits in haunted attics.
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'falo de um amar para dentro que é virar a dor para dentro'
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m.
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